A culpa integra a vida psíquica do sujeito desde a infância. Ela surge, conforme a psicanálise Kleiniana, quando o bebê passa a ser sujeito, apercebe-se de que existe um outro e deseja fazer reparações. Porém, quando a culpa passa a ser um sentimento que consome o sujeito, nas inúmeras situações da vida, num sofrimento sem fim, surge o apego às formas aparentes de alívio. Também é um convite para uma análise.



